Turbo Lenta

Nome
Turbo Lenta

Numero
#IC19

Liga/Equipa
Lisboa Roller Derby Troopers

Quando e como descobriu a modalidade?
Descobri o derby em 2011 através de um reality show muito mau, onde uma das concorrentes se descrevia como “derby girl”. Fiquei curiosa e fui pesquisar pela net. Fiquei logo viciada no jogo rápido e enigmático que descobri, mas na altura ainda não havia a modalidade em Portugal e acabei por desanimar até cerca de um ano depois me aperceber que se estavam a formar equipas em Portugal. Agarrei logo a oportunidade com unhas e dentes.

Como é estar na Team Portugal Roller Derby e como foi receber essa noticia? Quais são os teus objectivos para o Mundial de 2014?
Fazer parte da selecção é motivo de grande orgulho para mim. Já não vou para nova e tenho a noção que não vou ter muitas mais oportunidades douradas como esta. Quero muito ir a Dallas com esta equipa – quero aprender com as melhores, quero ser parte de uma equipa portuguesa que se bata com valentia em pista, independentemente de ganhar ou perder. Claro que preferia ganhar pelo menos um joguito…

Qual é a tua experiência desportiva prévia ao Roller Derby?
Antes do derby pratiquei alguns desportos na escola ou na faculdade que nunca levei a sério. O único outro desporto que tenho levado a sério é o tiro com arco, que comecei a praticar há coisa de 4-5 anos.

5 Factos sobre ti

  1. Sou uma gamer no armário. Nego com a maior veemência as acusações de que eu seja geek de jogos de computador, mas depois sou capaz de ir a uma convenção na Islândia e passar três dias a ouvir programadores falar sobre o futuro de um jogo específico. É um facto.
  2. Gosto do Verão e do calor tórrido de Agosto. As outras estações do ano não deviam sequer existir. Ponto final!
  3. Faço tiro com arco sem mira. Sou míope. É uma combinação engraçada…
  4. Parte integrante do meu treino de resistência é correr a fugir de zombies. A sério!
  5. Regra geral, não digo palavrões. Isto é coisa que aparentemente faz confusão a muita gente ao meu redor. Suponho que se martelar um dedo em vez do prego seja capaz de me sair algum termo mais colorido do que o habitual “raisparta,” mas nunca fiz essa experiência.

 

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